Cantinho do Seráfa – Dangu

Cantinho do Seráfa – Dangu

Oi rapa!

Depois de duas semanas sem aparecer aqui no meu canto, eu voltei, e voltei com um dos maiores arrependimentos que eu tive na Festcomix.


É carinhas, nem tudo são flores quando se trata de comprar quadrinhos, e por conta da minha falta de coragem eu não pude acompanhar o desfecho dessa incrível obra.

Passeando lá no evento, eu vi um quadrinho em promoção, preço de capa, R$ 12,90, no evento 5 conto.

Com um total de 9 edições, Dangu, parecia ter uma historia promissora, como todos os outros quadrinhos
coreanos, mas eu imaginei que ele terminaria fatalmente como quase todos os outros Manhwas(quadrinhos coreanos), com uma treta entre autores e editoras, e sem final.

Logicamente o animal aqui poderia ter perguntado pra alguém do evento, e só depois que eu iniciei a leitura, com um pouco de pesquisa, descobri que a serie estava finalizada!

Então depois desse histórico eu digo, comprei 5 volumes de um total de 9 por 25 mirreis, preço pouco inferior a dois volumes. E se tivesse tido um pouco mais de discernimento teria comprado os 4 volumes que faltavam, economizado R$ 71,10, e de quebra saberia o final da historia!

Dito isso, chegou o momento de eu falar um pouco do quadrinho.

Texto retirado do primeiro volume:

“Eles são os maiores guerreiros de Kugai. As forças da natureza os tornaram mais poderosos que qualquer ser humano. Mas o governo de Kugai quer exterminá-los, guiado por razões obscuras. E não medirá esforços para isso. Agora esses guerreiros terão que lutar contra diversos inimigos e enfrentar inúmeras adversidades para sobreviver à caçada promovida pelo governo.”

Não parece nada de mais, mas na verdade esconde uma trama muito mais complexa, escolhas morais, traição e tudo que o Seráfa aqui gosta.

Nos 5 números que eu li, presenciei uma historia que demonstra bem a passagem dos anos, e se divide em alguns protagonistas durante essa passagem. Esses fatores fizeram me apegar a todos eles, e me importar muito mais com a historia.

Como ainda há possibilidade de compra de todos os volumes, com o valor original, espero que não estragar a experiencia contando mais da trama, então eu vou parar por aqui!

Falando um pouco do traço do quadrinho, ele é muito agradável e estiloso, bem com a maioria dos quadrinhos coreanos. Porem durante as cenas de ação, ele fica um pouco confuso. Nada que estrague, mas eu queria entender um pouco melhor alguns combates, como acontecia em Chonchu por exemplo, onde a ação era muito fluida e nítida.

A qualidade do material é ótima, assim como eram todas as publicações da conrad na época, tem paginas iniciais coloridas, e o papel é muito bom.

Minha unica reclamação fica por conta da fonte usada no quadrinho, TODAS as palavras são escrita com a mesma fonte, balões, narração, e onomatopeias.

Então fica aqui a dica do meu cantinho e semana que vem, quem sabe tem mais…

Título: Dangu
Editora: Conrad
Autore: Park Joong-Ki
Formato: 14 x 21 cm, Volume 1 de 9 – 208 páginas.
Preço: R$ 12,90

Batu é um cara fóda!
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Cantinho do Seráfa  – Duas dicas para o feriado

Cantinho do Seráfa – Duas dicas para o feriado

Se você não tem com quem passar seu feriado gigantesco, não aguenta mais jogar vídeo game, não tem namorada ou amigos, eu tenho duas dicas de algo pra você meu caro…

Então para não perdermos mais tempo com floreios e figurações vamos as dicas do papai aqui.

O livro do vento – os manuscritos secretos da família Yagyu

Nessa primeira indicação, eu trago um mangá que adquiri na festcomix por uma merreca.

Eu sou um cara meio viciado em historias samurais, e esse mangá tem como protagonista, um dos mais enigmáticos e lendários samurais da historia, Yagyu Jubei.

Nesse conto, Jubei é o protetor de um tesouro de sua família e quando essa relíquia é roubada, ele precisa recuperar este tesouro, evitando que aconteça uma guerra.

Um pouco raso?
Nem tanto.

Apesar de parecer um pouco limitado, o roteiro consegue contextualizar muito bem a situação do Japão no período, e como esta estabilidade havia sido conquistada a duras penas. Deixando claro não só os motivos pelo qual a paz existia, mas também os desapegos morais para mantê-la.

Quanto ao traço eu diria que é bem satisfatório, e não tenho muito do que me queixar. Não me lembro em momento algum de ter que me incomodado.

O tratamento dado ao quadrinho não é dos melhores, mas isso já é uma característica brasileira na produção do gênero.

Então se você gosta de uma boa historia samurai, aproveita este mangá volume único.

E a segunda dica vai pros preguiçosos que não tem vontade de ler porque é muito difícil.

Broken Blade (Break Blade)

Uma terra magica, conflitos, intriga politica, guerra e robôs gigantes, isso é Broken Blade…

No continente de Cruzon, duas nações estão muito próximas do conflito definitivo. Neste cenário, acompanhamos a jornada de Rygart Arrow, um jovem sem muitas habilidades, que por conta deste fator, vai se tornar peça chave para o conflito das nações.

Na verdade o animê que eu vi não era exatamente uma animação para TV, e sim uma serie de seis filmes, que saíram entre 2010 e 2011, pesquisando mais a fundo(nem tanto na verdade), descobri que neste ano(2014) eles refizeram a serie para TV em 12 (ou 14…) episódios de 20 minutos cada.

Pelo que parece a serie de TV não reconta a historia, mas expande-a introduzindo mais personagens, o que não é ruim, mas se você não ficar satisfeito com as 6 horas que os filmes proporcionam, veja o animê.

E como minhas ultimas observações sobre Broken Blade, destaco as batalhas de robôs são muito legais e realmente devastadoras, e se você gosta de animações com peitinhos, vira e mexe aparece uma peitchola.

PS: Existem robôs de capa… eu nunca vou entender os japoneses

É isso então, beijo a todas as recalcadas e adeus!

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Cantinho do Seráfa(By Rike) – 5 making of de jogos que eu já joguei

Cantinho do Seráfa(By Rike) – 5 making of de jogos que eu já joguei

Fala ae pessoal, tudo certinho?
Hoje (o Seráfa não veio…) pra variar um pouco falarei de games que já joguei e gostei muito, não estou dizendo que são os melhores ou coisa parecida, mas são games que achei a construção muito legal, então reuni 5 making of destes caras. Veja por você mesmo a lista e se você conhece vídeo melhores, comente aqui ou me chame no twitter (@hdeodato) e melhoraremos o post.

1 – Infamou Second Son

O primeiro game do PS4 que eu terminei e gostei muito, neste vídeo o pessoal do Sucker Pucnh comenta como foi a criação do personagem Delsin e a captura dos movimentos dos atores.

2 – Heavy Rain

Jogo que o Xina me emprestou e curti muito, não cheguei a terminar (shame on me) mas é realmente muito diferente e a sacada do story telling me prendeu bastante, e de quebra aprendi a fazer um novo origami.
Este making of trata da músicas do jogo, que realmente são sensacionais.

3 – Gears of War

Assim que consegui um X-Box 360 ess foi o primeiro jogo que joguei pra valer e realmente foi bem divertido ter um jogo que não para um segundo, é uma loucura com muito tiro e sangue!
O making of trata do Epic Gamer e da carrida para lançar o jogo na E3 (se não me engano de 2006), o documentário tem 5 partes mas aqui está a primeira, se você gostar pode procurar o resto lá no YouTube.

4 – Sonic The Hedgehog

O primeiro sonic que joguei veio na memória do meu finado Master System III e ele é bem marcante porque foi o primeiro jogo que eu finalizei na minha vida . Por isso considero este vídeo importante por mostrar como este ícone foi criado.

5 – Final Fantasy VII

Meu final fantasy favorito, e de muitos outros, este vídeo conta algumas das decisões feitas para o game.

Bonus – Mirror’s Edge

Quando passei um tempo na casa de meu primo, Mirror’s Edge era um jogo que ele comprou pra X360 e deixou jogado, resolvi dar uma chance e digo que valeu muito a pena, pois este jogo é sensacional, diferente de tudo que eu tinha jogado. Até hoje espero a continuação mas nada confirmado, apenas um trailler.
Infelizmente não temos vídeos bons de making of, mas tem um sobre a música, que é boa também.

E é isso, qualquer coisa, sabe o que fazer, comenta ae, ou mande um e-mail pra nós, nerdsdofundao@nerdsdofundao.com.br

See you space Cowboy!

Cantinho do Seráfa – Lost Kids: Buscando Samarkand

Cantinho do Seráfa – Lost Kids: Buscando Samarkand

Oi gente como vamos ?

Essa semana eu faço minha ultima indicação dos quadrinhos nacionais que eu adquiri na FestComix 2014.
E como minha ultima indicação, vai mais um projeto catarseado, Lost Kids.

Originalmente publicado em 2013, Lost Kids: Buscando Samarkand, foi escrito por Felipe Cagno como um roteiro de cinema, e adaptado para os quadrinhos em 8 volumes .

A arte do quadrinho por sua vez, não foi produzida por 1 ou 2 artistas, mas sim por 14(!!!)(…se não me falha a memória…), e nem todos são brasileiros como poderíamos inicialmente imaginar.

O quadrinho conta a história de 5 crianças que após abrirem um pacote misterioso, são transportados para um mundo mágico.

Um pouquinho de Caverna do Dragão?
Eu diria que não, senti uma influencia muito maior de Nárnia com toques de  Steampunk, essa segunda característica transparece principalmente no visual do quadrinho.

E já aproveitando pra falar do visual, ele é muito satisfatório, por alguns momentos se torna quase genial, digo em alguns momentos porque apesar de gostar da ideia de vários artistas sortidos desenhando e colorindo o quadrinho, é notável a diferença artística  no quadro a quadro.
Em vários momentos me senti um pouco incomodado com a diferença dos desenhos variantes dos personagens, que por vezes, parecem mais legais e imponentes de acordo com artista.

Nada que estrague a experiência, mas causa certa estranheza.

O roteiro conduz muito bem a história e sustenta muito bem o clima mágico e fantástico do quadrinho, deixando algumas pontas soltas(ou eu que sou burro), instigando a re-leitura.
Ainda neste tópico, deixo claro que a história é mais agradável se encarada com uma fantasia infanto-juvenil, eu não achei que ela é exemplar e nem que ela traz uma discussão filosófica ou coisa do tipo.
Na verdade ela passa bem longe disso, e com certeza não é o foco, mas as pequenas desavenças e picuinhas que o autor introduz à trama, são muito divertidas e  me garantiram algumas risadas.

Concluindo, é um dos melhores trabalhos que eu já vi no cenário nacional, e por ser uma iniciativa independente tem muito mais valor! Eu posso garantir que nunca tive em mãos um material brasileiro tão bem produzido e com tanta preocupação em ser único.

Lost Kids – Buscando Samarkand

– Autores: Felipe Cagno (roteiro)

– Arte: Ben Vazquez, Joey Vazquez, Rafael de Latorre, Wilton Santos, René Cordova, Luís Figueiredo, Noel (desenhos)
Rodriguez, Ivan Anaya e César Gaspar
Everardo Orozco, Clonerh Kimura, Michael Perez, Derek Dow e Eddie Swan (cores)

– Preço: 50,00 R$, ou 45,00 R$ na Comix(mas sem autógrafo e dedicatória).

– Número de páginas: 232 (com muuuuitos extras) coloridas, papel couché(170g!!).

– Capa Dura com acabamento UV

Saiba mais em:
https://www.facebook.com/lostkidscomic

É isso senhores, espero que todos tenham gostado desta serie de indicações, e se gostou desta indicação veja as outras nos links abaixo.

http://nerdsdofundao.com/cantinho-do-serafa-coletanea-petisco/
http://nerdsdofundao.com/cantinho-do-serafa-3-tiros-e-2-otarios/

Alem disso falamos um pouco mais de FestComix no podcast desta semana, fique ligado pois lá eu vou indicar meu ultimo quadrinho nacional e preferido!!!

Beijos!

Cantinho do Seráfa – Coletânea Petisco

Cantinho do Seráfa – Coletânea Petisco

Oi gente !

Continuando minhas indicações de HQs nacionais adquiridas na fextcomix.

E hoje eu vou falar do quadrinho Petisco.
Mas o que é petisco?

Eu deixo essa resposta para os próprios idealizadores do projeto:

O Petisco é um site de webcomics contendo diversas séries em quadrinhos gratuitas publicadas com a periodicidade de uma página por semana, assim como acontecia com os quadrinhos que eram publicados nas páginas dominicais dos jornais.

Sacou ?

Então eu vou falar do encadernado que foi produzido através de um projeto do Catarse, Álbum de Coletânea do Petisco!

Ele contem essencialmente seis historias sortidas, que ele pelo meu entendimento, estão expandidas no site dos caras, que está relacionado no fim  da postagem.

A primeira historia do encadernado foi produzida por Rob Gordon, Mario Cau e Marina kurcis, e o nome deste titulo inicial é Terapia.

Terapia é um foi inicialmente publicada no primeiro semestre de 2011, e é atualizada todas as quartas feiras.

No encadernado Temos os relatos de uma consulta psicológica de uma garota(e pelo que eu entendi, tem esse nome mesmo) onde viajamos por sua vida.

Essa historia é fechada e não precisamos de um conhecimento prévio sobre o universo de Terapia, apesar de que eu imagino que isso aprofundaria mais a experiencia do quadrinho.

O traço é surpreendentemente original, e tem uma pegada artística muito fóda, e como eu não poderia deixar de mencionar aqui, aprimora e muito a experiencia do quadrinho.

Então como comentário final, é uma ótima primeira historia e abre muito bem o encadernado, fazendo valer a leitura por si só.

http://petisco.org/terapia/

Na segunda historia apresentada no encadernado, temos Nanquim Descartável, HQ que já teve vários envolvidos em seus anos de produção, mas os nomes citados no encadernado são Daniel Esteves(roteiro), Wanderson de Sousa(desenhos) e Omar Vinõle(arte final).

O Titulo desta segunda historia é as Esboçadas aventuras de Ju e Sandra – Pastel de Sketch.

E inicialmente a leitura me lembrou algumas HQs europeias, contando uma passagem cotidiana de Sandra, uma garota que está sozinha desenhando até que um carismático rapaz a aborda e a retira de sua imersão artística com perguntas tipicas de xavequeiro.

Sandra parece meio antipática a abordagem não dando muita trela para a xavecada do rapaz, e assim segue esse dialogo até o fim da historia, que eu achei muito divertida.

Sendo assim, essa segunda historia é muito interessante, leve e com um passar bem ágil, me fazendo lembrar muito algumas cronicas cotidianas.

O desenho é muito eficaz e transmite muito bem a atmosfera leve e corriqueira do quadrinho.

http://petisco.org/nanquim/

O terceiro trabalho apresentado no encadernado é intitulado, Macacada Urbana, e nos apresenta um futuro(?) onde os animais evoluíram e dominam a megalópole Venda Velha,  e os poucos humanos restantes, sobreviveram graças aos esforços de um grupo de elite de macacos, liderados por Yeruu.

O titulo tem como autores mencionados, Vencys Lao e Paulo Sergio S. Romani, e conta uma pequena passagem de um grupo de macacos órfãos que vivem nos limites da megalópole.

Eu não sei se foi o fato de eu não conhecer o universo, ou ser burro mesmo, mas não consegui absorver tão bem a historia. Em alguns momentos eu me senti um pouco perdido na leitura, e foi o titulo que menos me interessou dentre todos do encadernado.

Se por um lado a historia me embaralho a mente, o traço é muito legal, é o tipo de arte que visa facilitar a vida de caras burros como eu. É tudo muito bem desenhado e tem um visual bem cartunesco.

Quem sabe se eu continuar a acompanhar Macacada Urbana pelo site eu consiga entender e aprimorar minha experiencia.

http://petisco.org/macacada/

O quarto e mais corajoso titulo do encadernado é Nova Hélade – Não Olhe Para Traz. Um mundo onde os mitos gregos são revisitados com toques de literatura cyberpunk.

Com roteiro de Cadu Simões e arte de Angelo Ron, Não Olhe Para Traz, conta algumas passagens da vida
Orfeu, um dos maiores guitarristas Hélaide, e Eurídice, sua guitarra e maior amor.

Durante o desenrolar vemos como por seu seu amor, Orfeu é levado ao inferno e desafia a própria morte encarnada, Tânatos.

Com uma proposta inovadora, uma arte que me lembrou as velhas zines dos anos 90, é o titulo com maior mix de sentimentos, ao mesmo tempo que parece muito estranho a maneira como o mito é recontado, sentimos também que ele é muito mais próximo dos tempos atuais e nossa realidade, tudo isso sem perder a essência do mito.

http://novahelade.com/

No penúltimo trabalho, conhecemos Demetrius Dante, o Detetive Absurdo, de Felipe Meyer(roteiro) e Will(Arte).

Ambientada no Brasil, a historia Cães Selvagens, narra os acontecimentos estranhos de uma cidade do interior de Santa Catarina, onde alguma coisa começou a atacar os animais de fazendas e sítios da região.

A narrativa corre de maneira bem rápida, e mostra como Demetrius lida com os seus casos, que em sua maioria, tem um caráter mistico e sobrenatural.

O traço conflita um pouco com a seriedade da historia contada, mas eu enxergo isso como estilo e não de maneira depreciativa.

Meu único comentário negativo é quanto ao espaço cedido ao titulo, que traria uma experiencia muito mais efetiva se tivesse
uma quantidade maior de paginas.

Logicamente eu entendo que como um projeto catarseado, existem limitações e que para aprofundar o universo de Demetrius existe o site oficial.

http://petisco.org/demetriusdante/

Chegamos ao titulo final.

Beladona, quadrinho de Ana Recalde e Denis Mello.

Com uma pegada carregada de Terror e com muitas influencias de títulos japoneses, é a mais rápidas de todas as historias do encadernado.
Tem pouquíssimos balões, e eles realmente não fazem falta.

A experiencia visual combina muito bem com essas influencias de terror oriental.

Se quiser entender essas influencias, deem uma olhada no you tube em alguns videos de fantasmas japoneses.

A personagem do quadrinho é Samantha, e vivenciamos uma de suas terríveis aventuras.

Beladona é publicada semanalmente as sextas-feiras no petisco.

http://petisco.org/beladona/

Então eu encerro por hoje, com esse recomendadíssimo encadernado, bom petisco, bjo e até semana que vem!

Álbum de Coletânea do Petisco

– 96 páginas em duas cores
– Capa colorida com orelha
– Formato 16cm x 25cm
– 25 mangos (eu acho, mas no minimo 20)

Veja mais em:
http://petisco.org/

Cantinho do Seráfa – 3 tiros e 2 otários

Cantinho do Seráfa – 3 tiros e 2 otários

E ai galera do mal, depois de um tempinho sem escrever, eu tenho muito a compartilhar com vocês.

Eu recentemente fui a Fest comix, novo local, espaço maior, porem isso vai ficar pra outro momento, o que eu vou comentar aqui hoje é, os quadrinhos nacionais que eu adquiri no evento.

Então eu vou quebrar isso em algumas partes, que serão postadas conforme eu for terminando a leitura.

E para iniciar essa serie de resenhas eu vou falar de um quadrinho divertido e descompromissado, 3 tiros e 2 otários, quadrinho com roteiro e edição de Daniel Esteves e arte de Caio Majado.

Bom, imagine uma cena de um filme Tarantinesco, um cara acorda e vê seu amigo ao lado do cadáver nu de uma garota, seu amigo parece não entender o que está acontecendo, e tem um ultimo detalhe, ele está armado!

Em meio a muitos palavrões a historia se desenrola, e depois de muitas acusações e teorias, o leitor finalmente entende o que aconteceu…

Com apenas 24 paginas(tamanho ideal para uma cagada), temos um quadrinho com uma qualidade artística regular, e um texto simples e mal educado, mas não encarem isso como algo negativo, na verdade é um dos maiores méritos da historia.

Logicamente por conta do espaço e do numero pequeno de paginas, a historia é relativamente curta e tem uma conclusão um pouco rasa, mas nem de longe tira o mérito dessa obra divertida e veloz.

Então como minha primeira indicação de leitura independente nacional, fica 3 tiros e 2 otários que pelo valor módico de 5 dilmas, traz uma compra garantida e fácil.

Fica aqui então o contato da para os responsáveis:

www.4mundo.com
http://escola-hqemfoco.blogspot.com

Contato: hqemfoco@hqemfoco.com.br

3 tiros e 2 otários

Roteiro e edição: Daniel Esteves
Arte e design da publicação: Caio Majado
Formato: 22 x 15 cm – revista.
24 páginas miolo + capa colorida
Valor: R$ 5,00
Distribuição: Eventos, Comic-Shops (Quarto Mundo)
Impressão: Gráfica e Editora Juiz Forana
Produção: HQEMFOCO, Quarto Mundo

E aguardem os próximos títulos nacionais que eu vou comentar nas próximas semanas.

Bejo a todos e falow!