Minicast NDF #45 – 44 parte 2

Minicast NDF #45 – 44 parte 2

A segunda parte das notícias mais frias e irrelevantes do Mundo Nerd começa AGORA!!

O Host temporário Sorc (Passo Largo), traz para vocês, duas reportagens neste episódio quase que ‘’perdido’’ na bagunça do começo do ano. E para tais notícias serem discutidas teremos com ele: BIvo (Não vai ver Papai Noel), Garu (Que não nasceu elfo) e Soneka (Datena do Ipiranga) falando o máximo de merda possível.

Encontre também aqui:

*Briga de Casal
*Elfo Casamenteiro
*Garu que continua indo em tudo
*Big Bang Uuuoouuuuó
*E a mais bela soletração

Minicast NDF #43 – Comerdarios 2, Caminhos diferentes

Minicast NDF #43 – Comerdarios 2, Caminhos diferentes

E o fim do ano também chega no Fundão, e os nossos queridos Nerds estão revivendo um dos episódios mais Clássicos de toda a nossa história, o COMERDÁRIOS!!!!

E para adentrar e explorar o território mais assustador, icônico, inconveniente, depravado, imoral e obsceno do mundo, que são: ‘’os Comentários da Internet’’, temos o Host Serafa (Na moda Caralha), e com ele, uma patotinha Pesada, Rique (que Saudadeeee), Garu (o Minion) e Sorc (o Mxyzptlk).

Encontre aqui:

*O Verdadeiro Bucky x o Bucky Cuzão

*A Lua que não ganha do Massa

*O Caetano Veloso atravessando a rua

*O novo Single da Paula Fernandes

*E o Proibidão

 

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MAD MAX: ESTRADA EM FÚRIA por Master Blaster (Leo Veloso)

MAD MAX: ESTRADA EM FÚRIA por Master Blaster (Leo Veloso)

“Eu me lembro de um tempo de caos… nessa terra devastada… mas acima de tudo… eu me lembro do Guerreiro das Estradas… um cabra da peste chamado Max…”

 

11257634_1834593706766623_804094556_nVi o segundo filme da trilogia original quando era apenas um pivete sem pelo no saco. Lembro até hoje que ele e Blade Runner foram os dois primeiros filmes que me assustaram para valer. Não sei bem por quê, mas aquele mundo bizarro me incomodava e me deixava tenso. Eu sabia nada sobre aquecimento global; eploração econômica; crise estrutural do sistema; domínio de algumas regiões do mundo por senhores da guerra, os quais lutam com outros senhores da guerra por territórios e recursos – como acontece nas favelas brasileiras, nas periferias russas, na desolada Somália ou no Iraque destruído. Mas mesmo sem conhecer essas coisas, algo naquele filme e naquele cara com máscara de Jason – que hoje eu sei se chamar Lord Humungus – me perturbava para valer, pois parecia que poderia ser real.

Passaram-se muitos e muitos anos e hoje eu sou fã da trilogia original (não muito do terceiro filme na verdade), e estava ansioso para ver o que George Miller iria fazer com essa nova empreitada na Terra Devastada. E estava ansioso, entre outras razões, porque aquele deserto sem esperanças nunca pareceu tão próximo e tangível. E eu posso dizer que a loucura transmitida em tela nunca foi tão louca e bizarra. Na verdade, se não fosse pelo nome “Mad Max”, duvido que um estúdio de cinema se permitiria gastar 150 milhões de dólares numa coisa tão chocante.

Já houve outros filmes apocalípticos, mas nada tão xarope quanto esse. E eu tenho certeza que se não fosse pelo nome que carrega, o filme pouco sucesso faria entre os norte americanos (como pouco sucesso fizeram os dois primeiros filmes), povo o qual imagina ser o otimismo uma obrigação moral e que vê qualquer tipo de melancolia ou depressão como subversão, como coisa de perdedores ou socialistas que não sabem ver as maravilhas do livre empreendedorismo. Quem conhece como as coisas funcionam nos EUA, sabe que o puritanismo evangélico e a obrigação moral, própria de uma cultura corporativa de escritório, de ser pró-ativo e entusiasmado chegam às raias da loucura – e é interessante observar que o filme Uma Aventura Lego alopra com esse aspecto da cultura norte americana. E não nego que otimismo demais é algo que me incomoda muito, prefiro coisas mais melancólicas, como Constantine, o mais depressivo e auto-destrutivo personagem das HQs.

Contudo, George Miller é australiano e não se importa em jogar na nossa cara toneladas de pessimismo bizarro. Como ex-médico, ele atendeu e se impressionou com centenas de feridos de acidentes de trânsito, o que alguns chamam de a guerra invisível sem tréguas. Isso o fez criar o mundo dos motoristas do apocalipse, os quais lutam desesperada e sujamente por gotas de gasolina.

Em Mad Max, Estrada em Fúria, nós vemos isso transmitido à perfeição pelo diretor. Gotas de gasolina, gotas de sangue, gotas de água, úteros, leite materno… qualquer coisa que possa ser trocada e sirva para dar poder a quem a possui é disputada tapa a tapa, bala a bala. É o estado de natureza de Hobbes elevado à enésima potência. É o homem tiranossauro do homem. É o mundo pós-capitalista que Robert Kurz já via se desenhando em nosso horizonte futuro, quando em 20 anos, 2/3 da humanidade sofrerá com falta de água e no qual provavelmente os 20% de petróleo que restou debaixo da terra será totalmente gasto. Ou, melhor ainda, no horizonte futuro de quem ainda tem a sorte de fazer parte da classe média, pois já é o presente para a esmagadora maioria da humanidade. Nós, que vamos ver esse filme nos cinemas, não imaginamos que uns 70% da raça humana já vive o Mad Max, seja sendo dominados por senhores da guerra em lugares como o Afeganistão, seja precisando lutar pela própria sobrevivência por meio de subempregos, informalidade, violência, etc. Como dizem por aí, o rico pode planejar a vida, a classe média pode planejar o ano, o pobre pobre planejar o mês e o miserável pode planejar o dia. E uns 70% só se podem dar ao luxo de planejar o dia num mundo no qual a própria Organização Internacional do Trabalho já diz que 2/3 da humanidade economicamente ativa já é supérflua ao sistema econômico. A Terra Devastada não é tão ficcional quanto possa parecer…

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Senhores da guerra existem desde que francos, romanos e godos se agrupavam em torno de um general que pudesse lhes distribuir o butim da guerra durante a queda do Império Romano. Durante a Renascença eles ficaram conhecidos como “Condottiere” e hoje são conhecidos como traficantes ou até mesmo empresários (rs). O mundo de Mad Max sempre foi dominado por Warlords. Lord Humungus talvez seja o senhor da guerra mais famoso do cinema. Aqui em Estrada em Fúria temos Immortan Joe, cujo papel é interpretado pelo mesmo ator que fez o Toecutter do filme original. Joe não é apenas um senhor da guerra, é também um líder religioso – não que isso seja novidade. Ele domina a seita dos Meninos da Guerra. Baseada na ideia de Valhalla ou até nos homens bomba, eles se matam enquanto gritam “Eu vivo, eu morro. Eu vivo novamente!!” e balançam seus volantes para lá e para cá. E isso não é de se estranhar, pois, nesse mundo desértico cheio de maníacos, só com um automóvel para se poder sobreviver. Enquanto o mundo desmorona, todos ficam loucos e só a sobrevivência importa. Nem que seja numa outra vida. Quando o desespero bate, os pastores waldomiros se aproveitam…

No filme original, Max Rockatansky era um policial, o qual servia o que havia sobrado do Estado e da Lei. Mas, onde as estruturas estatais desmoroam ou não alcançam, os policiais entram no jogo do butim e da sobrevivência. E com Max não é diferente. Sequestrado no começo de Estrada em Fúria, ele parece não se importar com mais nada a não ser com manter sua própria existência. A autoconservação é o princípio que guia a sua vida, sendo, dessa forma, reduzido a menos do que um animal, pois animais também são capazes de sacrificar a própria existência em prol de outros.

A General Furiosa completa a tríade de protagonistas. Ela é uma personagem muito boa e bem interpretada. Girl Power. Mas, ao contrário das outras girl powers do cinema, não grita coisas como “no seu rabo, vadia” ou faz alguma piada depois de brigar ou sair de uma situação ameaçadora enquanto balança a cabeça como uma “sister”. Não. Ela só faz suas coisas como uma pessoa vivendo no apocalípse. Não fala muito, como quase todos os personagens desse filme. Afinal, num mundo reduzido ao pó, as palavras se tornam poucas e grosseiras. Furiosa não precisa fazer pose de personagem clichê de anime para mostrar que é uma exímia guerreira e sobrevivente. Ela consegue transmitir tudo o que é necessário ser transmitido só com o olhar.

Immortan Joe, General Furiosa, Papagallo, Esposa Esplêndida, Rictus Erectus (“interpretado” pelo gigantesco Nathan Jones), Lord Humungus, Toecutter, N:ightRider, Master Blaster, Bubba Zanetti, … a criatividade de Miller para nomes de personagens é gigantesca.

O roteiro do filme é simples, porém profundo. Cada coisa é feita para que você se sinta imerso no bizarro, que estrutura o mundo apresentado na tela. Nada é fora do lugar ou sem propósito. Roteiro simples não é sinônimo de roteiro raso ou que precise apelar para coisas como riso fácil ou momentos “CARALHO!!!”

É claro que Mad Max tem seus momentos CARALHO!!!, mas não são necessários para segurar o espectador. E esses momentos são apresentados durante as perseguições de automóveis. Como no segundo filme, elas são maravilhosas. Bem filmadas, bem feitas. De olhar para a série de filmes “Rápidos e Putos” e dizer “que merda…alguém mata essse careca, por favor…”

Outro ponto a se destacar no filme é a questão da imensidão do nada que cerca os personagens. Quando uma das noivas de Joe grita “We are not things!!”, é possível entendê-la dizendo “We are nothing!!”. Quanto maior descobrimos ser o universo, mais insignificantes nos sentimos em relação ao mundo. Foi o que aconteceu quando o ser humano descobriu que a Terra, sua morada, não era o centro de coisa alguma. Eu tenho uma hipótese acerca da nossa fixação em relação ao Facebook. O mundo das redes sociais é pequeno e fechado para nós. Ele praticamente se resume a nossos contatos e suas atualizações. Sendo pequena essa realidade, ela permite que nos esqueçamos do quanto se é insignificante perante a imensidão do mundo. Em Mad Max, os personagens não podem se esquivar de encarar algo gigantesco e, o pior de tudo, homogêneo, sempre igual, o deserto. Tentam se fechar sem seus grupos e seitas de aves de rapina, mas a realidade da terra devastada sempre estará lá. Sempre igual, sempre desesperadora.

Se você é fã de Mad Max, pode ver que vai gostar. Não é um simples remake. É o que Miller teria feito na década de 80 se tivesse a tecnologia e o orçamento disponíveis hoje em dia. É o tipo de filme que faz o espectador nerd pensar “esse cara é contratado da Warner. O que falta para ele dirigir um filme da DC ou Vertigo??”

Numa escala de 1 a 10, esse filme vale 11.

E não se esqueçam que a Vertigo está lançando Hqs as quais contam o que aconteceu antes do filme.

Especial – MK X por Leo Veloso

Especial – MK X por Leo Veloso

MortalKombatX_ScorpionSubZeroMortal Kombat sempre foi um jogo de luta feito para que qualquer um possa pegar e jogar mesmo sem ter muita prática.  Antes da era PS3 era só voadora, rasteira e gancho. Mortal Kombat IX deu uma mudada nisso, adicionando combos bem mais complexos e efetivos do que os das versões anteriores, os quais, na verdade, pouco eram usados, pois a voadora e gancho tinham maior eficiência, tirando bem mais energia. Todavia, essa tradição de ser um jogo mais amigável a iniciantes do que KOF ou Street Fighter permaneceu.

MK IX também trouxe a melhor história já apresentada num jogo de luta até a chegada de Injustice pela mesma empresa um tempo depois. Digamos que a Netherealm foi melhorando seus jogos de luta nas novas gerações de vídeo games até que pudesse chegar a MK X. Começou com o mediano DC x Mortal Kombat. Com os erros e acertos desse jogo, fez MK IX. Depois veio Injustice, o qual trouxe mecânicas melhoradas em relação a MK IX. Mortal Kombat X utiliza-se de toda a experiência acumulada pela trupe da divisão de lutas da Warner Games para fazer o melhor jogo da série Mortal Kombat até hoje. Melhor até do que o clássico quase insuperável MK II. Por isso imagino que Injustice II, o qual provavelmente saia em 2016, será melhor ainda. Ou não, pois pode ser que queiram inventar muita moda e fodam com tudo. É esperar para ver. O importante é que em relação a MK acertaram a mão nesse jogo.

3e453e4531a32c5403e0eb52495112491e2613b2.jpg__620x348_q85_crop_upscaleO modo história passa-se 25 anos depois de onde MK IX parou. Naquela ocasião, quase todos os guerreiros da Terra morreram na luta contra Shao Kahn. Liu Kang foi morto acidentalmente por Raiden enquanto J. Cage e S. Blade sobreviveram e tiveram uma filha, a qual se torna a protagonista do novo game. Neste, a luta pelo trono de Outworld continua entre a herdeira de Shao Kahn, Mileena, e o novo personagem Kotal Kahn, ex imperador dos Astecas. O visual do cabra foi inspirado em Huitzilopochtli, o deus da guerra asteca. Eu disse que a luta pelo trono continua durante o jogo porque ela começa nas revistas lançadas pela DC comics onde podemos conhecer o passado de Kotal e saber que ele arrancou os quatro braços de Goro.

Nessa briga entre Kotal e Mileena, a filha de Shao Kahn é derrotada. Entretanto, a luta não passou de uma manipulação levada a cabo pelo ex “Elder God” Shinok. Seu subordinado Quan-Chi escraviza todos os guerreiros mortos, inclusive Liu Kang e Kung Lao, assim como havia feito com Scorpion e o primeiro SubZero/Noob Saibot em MK IX. Em MK X, Jax, Scorpion e o segundo Sub-Zero conseguem escapar do controle de Quan-Chi e ajudam os guerreiros da Terra. O final é bem legal, ao menos eu achei.

Entre os modos de jogo encontramos o famoso “test your might” e as torres ao estilo de MK III, cada uma com desafios diferentes, mais ou menos como os modos de batalha de Injustice, onde cada um apresentava um desafio diferente ao jogador.

É óbvio que na versão de PS4 os gráficos estão melhorados em relação a MK9 para PS3. Contudo, não sei se o mesmo acontece na versão de PS3, que ainda vai sair. As “fatalidades”(é para os sábios!) estão muito violentas, bem gore mesmo. A que eu achei mais pesada foi o do Reptile, na qual ele derrete a cara do adversário com ácido e depois racha seu crânio ao meio. A novidade do jogo em relação à versão anterior são os brutalities. Eles não são mais feitos como eram em MK III apertando-se uma sequência de botões no final da luta. Na verdade, eles são uma espécie de finalização de combo ou um golpe que se dá quando a energia do adversário está baixa e cada personagem possui diversos desses movimentos. Os golpes especiais são simples como em MK IX e Injustice, ou seja, coisas como dois para trás e botão ou trás frente e botão. Adicionado ao gameplay de Mortal Kombat X encontramos três variações para cada personagem. Quer dizer, ao escolher um lutador, pode-se decidir entre três diferentes posturas de luta. Basicamente cada lutador são três diferentes.

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Outra novidade em Mortal Kombat X são as interações com os cenários, que foram introduzidas em Injustice. Você pode se pendurar em galhos, pular em objetos para fugir e atirar velhas que estejam passeando pelas redondezas (sim, é sério, tu pode jogar pessoas no seu adversário). Felizmente, eles não incluíram as irritantes transições entre arenas existentes em Injustice (as quais eu sempre desligo) e infelizmente também não incluíram fatalidades de cenários. Há também poucas arenas, apenas 13, enquanto em MK IX havia umas 25. Mas pode ser que façam algumas para download(DLCs e mais DLCs). Falando em download, eu queria muito ter jogado com Jason Voorhees e com o Predador, mas eles são vendidos separadamente.

 

Qual a nota?

Sendo melhor do que o lendário MK II é óbvio que a nota não poderia ser menor do que 10.

Agora é aguardar para ver o que a Netherealm vai fazer com Injustice.

Cantinho do Seráfa – Meu TOP5 JRPGs Favoritos do mundo!

Cantinho do Seráfa – Meu TOP5 JRPGs Favoritos do mundo!

Como vão meus amiguinhos lindos do meu coração, fazia muito tempo que eu não trazia nenhuma da minhas listas e pessoalidades serafinescas até o senhores.Mas hoje vou não só trazer uma listinha de volta, mas também reviver minhas  memorias com o melhor do mundo do JRPG eletrônico!

Então venha comigo por essa viagem, no inicio da minha vidinha com games!

 

5º Romancing SaGa: Minstrel Song (PS2)

Romancing_SaGa

Exstem muito jogos do gênero na plataforma da Sony neste período, e com certeza existem muitos outros jogos da Serie SaGa que são muito mais famosos inclusive. Mas foi em minstrelscreen4Minstrel Song em que eu realmente vive aquele mundo.

Na época em que eu o joguei esse jogo, lembro-me de passar por uma fase muito entediante com vídeo games entre 2006/2007, me gosto estava mudando, e os velhos jogos de RPG japas já não estavam me pegando, e eu realmente esperava com todas as forças o novo Play Station(PS3).

Foi ai que uma antiga namorada me presenteou com esse jogo e reviveu a paixão que a muito não ardia pelas aventuras orientais!

romancing-saga-min-4e264f9c1768aEm Romancing SaGa: Minstrel Song, eu finalmente me importei em salvar o mundo como em todos os outros títulos de JRPG! Eu finalmente estava livre pra viver uma historia unica e solto em um mundo para vive-lo da maneira que eu quisesse, tudo isso por que em Minstrel Song, não existe uma time line exata para que os eventos aconteçam, não exite um time fixo, uma vez que se pode recrutar um milhão de personagens que estão ai pelo mundo, e estes mesmo podem render novas aventuras, fama ou mesmo mais contatos por andar com você.

Em fim, é um jogo meio fora da curva quando pensamos no tradicional métodos de jogos ultra lineares japoneses e por isso é um dos melhores que eu já joguei, valendo muito a pena até hoje!

 

4º Valkyrie Profile (PSX)

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Esse é um dos jogos que realmente dispensa apresentações, não há ninguém que não tenha vivido entre os anos 90 e 2000, que não ouviu falar desta joia dos 32 bits.

hqdefaultValkyrie Profile era incrível, tinha uma história que ninguém entendia direito, personagens com o visual fóda e um sistema de batalha animal! Isso tudo antes de eu re-jogar  ele…

Antes de voarem pedras na minha direção me defendo, a historia não importava quando eu era uma garoto e mal entendia qualquer coisa de inglês, mas no replay tardio do jogo, percebi que a historia em si não é nada de mais, e beira o clichê quando observada como um RPG japonês. Sem contar o quão específicos são os caminhos para ter o único final verdadeiro do jogo, uma vez que os outros são uma verdadeira sacanagem com o jogador.

O gráfico ainda continua lá, primoroso e lindo, e o seu sistema de combate é realmente muito legal, ainda mais se tratando do tipo de jogo que é, mas ele ainda está pressente nesta lista por conta daquela velha memória que adquiri nos velhos tempos de pirataria e PS1.

 

3º skies of Arcadia (Dreamcast)

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O melhor e mais divertido console caseiro que eu tive, me presenteou com dois dos melhores JRPG que eu joguei, mas como eu tive que escolher um deles para fazer parte da minha pequena lista, vou apenas mencionar o que ficou de fora.

06Grandia 2, juntamente com skies of Arcadia, foram os jogos que fizeram literalmente meu videogame parar!

Por conta da quantidade de horas ininterruptas que eu dediquei a ambos, meu lindo vídeo game veio a falecer por super aquecimento!!!

Isso já justificaria minha indicação dele aqui, mas skies of Arcadia é maior que isso, ele é um mundo cheio de descobertas e personagens divertidos, com um sistema competente de balha regular e um sitema de batalhas navais/voadoras muito, muito, MUITO bom!

Se você tem a oportunidade, descubra esse incrível mundo de continentes voadores!

 

2º Chrono Trigger (SNES)

Chrono Trigger

Olha, se eu não colocasse esse jogo aqui talvez o choro da multidão me forçaria a acabar com o site…

campfireMas de verdade não pode existir lista de RPGs, japoneses ou não, sem a presença desse jogo. É um titulo atemporal e com decisões muito bem tomadas quanto ao seu enredo.

Quando muito dizem que este jogo é realmente perfeito, mesmo não concordando, aceito a o adjetivo. Eu não acredito em jogos perfeitos, mas quando uma obra atravessa o tempo e mesmo hoje continua sendo atual e muito melhor que grande parte dos jogos de hoje, ainda mais se levarmos em consideração esta geração prematura que nasceu quase sem títulos.

Chrono Trigger tem um enredo muito bem amarrado, uma trilha sonora fóda, e um plot temporal que gera múltiplos finais!

Porra!!!!!!!!!!

Junte isso a arte do nosso amigo Akira Toriyama(Dragon Ball), e temos o maior dos clássicos de todos os tempos, quando falamos de RPGs nos vídeo games!

PS: Chupa Final Fantasy

 

1º Xenogears (PSX)

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Se Você está lendo essa lista, provavelmente já leu algum outro texto meu, e se esse for o caso, o resultado desta lista já era certo desde a sua concepção…

Xenogears-3Como eu disse no jogo anterior, não acredito em games perfeitos, e este com certeza não está nem próximo disso, mas xenogears tem uma história especial pra min.

No ano de 1998, eu frequentava uma locadora de games no meu bairro todos os dias depois da aula, eu ia sozinho as vezes e sempre joguei muito o “melhor videogame de todos os tempos” na época, o Play Station 1.

Um dia, em uma promoção de 3 horas por 5 reais, decide experimentar um jogo que sempre estava alugado, tinha uma capa Tifacom uns robôs gigantes e uma malandro cabeludo com cara de chinês do kung-fu, um tal de xenogears.

Posso dizer que foi uma paixão a primeira vista.

Eu amei aquele jogo como nunca amei outro, e amo até hoje porque ao re jogar(algo que eu faço pelo menos uma vez por ano), descobri uma infinidade de outras camadas, e ainda hoje me surpreendo com as nuances abordadas neste, que pra min é o maior enredo da square até hoje.

28-biohazard32Uma pena o que a serie se tornou, mas esse primeiro título, ou quinto no caso, é sem duvida pra min a melhor coisa que o japão já produziu nos games e por mais que eu fique sem respostas para as pontas soltas da sua história, ainda me sinto muito bem jogando e lendo cada um dos seus vários e vários parágrafos de história.

Eternamente satisfeito…